Hoje trago-vos um post diferente de todos os que publiquei até agora. Escolhi dar-vos a conhecer um pouco mais de quem escreve deste lado.
Acho que estou numa fase boa, pois, desde que aconteceu o que aconteceu com o pai do Francisco, tenho-me escondido nos bastidores da vida e, desde que sou mãe, dirijo todos os holofotes para o meu filho. Agora, senti vontade de destapar o véu e falar um pouco sobre mim.
Por isso, se quiseres conhecer-me melhor, continua a ler!
1. Tenho ascendência angolana
Sim, sou portuguesa e caucasiana, mas o meu bisavô era angolano e negro.
Faço questão de falar sobre isto porque acredito que não devemos rotular ninguém pela cor da pele, pela aparência física, por problemas de saúde, pelo estilo de vida, pela orientação sexual ou por qualquer outra característica.
Na escola, tinha uma amiga negra chamada Vânia, mas também tinha outra amiga caucasiana com o mesmo nome. Quando perguntava a alguém pela Vânia e me perguntavam qual delas, na minha inocência, respondia: «A pretinha».
Alguém se aproveitou disso e foi contar-lhe, como se eu tivesse dito aquilo com maldade. Ela ficou magoada e essa situação serviu-me de lição.
Aprendi que, mesmo quando não temos intenção de magoar, as nossas palavras podem ter um impacto diferente daquele que imaginamos. Por isso, acho importante termos cuidado com a forma como nos referimos aos outros.
2. Não gosto de comer sopa no verão
Adoro sopa quentinha, com muitos legumes e leguminosas! Seja canja, sopa de carne, juliana, lavrador ou outra qualquer, gosto de praticamente todas. Nunca provei sopa de peixe e, por vezes, gosto de acrescentar um pouco de carne, pois tenho tendência para ficar com anemia.
Mas, no verão, não consigo comer sopa. E sim, já tentei!
Como disse, a sopa tem de estar quentinha e, para mim, comida quente e dias de calor não combinam.
Já provei gaspacho e odiei! Também não gosto de sopa morna ou fria. A única exceção é o caldo-verde, que só consigo comer no São João. Mas, como caldo verde em qualquer altura.
Portanto, se me quiserem convidar para comer sopa em pleno verão, já sabem que vou passar! 😂
3. Gosto de números ímpares
Não tenho nenhuma mania ou obsessão com números pares ou ímpares, mas, por algum motivo, acabo sempre por escolher os ímpares de forma automática.
Nasci no dia 17 e tanto esse número como a soma dos seus algarismos resultam em números ímpares. Os meus números favoritos são o 7 e o 19.
Até quando envio emojis, é automático escolher três. Juro que não é de propósito!
Se calhar, depois de lerem isto, vão começar a reparar na quantidade de vezes que utilizam números ímpares. Ou será que sou só eu?
4. Sou viciada em música, até para dormir
Sim, gosto muito de música! Não tenho um estilo preferido, porque tudo depende do meu estado de espírito. Só não costumo ouvir música clássica, ópera, música eletrónica, techno e estilos semelhantes.
Para praticamente tudo na vida, há música! Não precisa de estar alta; basta que eu a consiga ouvir. Claro que, se estivermos a falar de uma festa, a história já é outra!
Habituei-me até a dormir com música.
Quando era ainda muito pequenina, mais nova do que o meu filho é hoje, ficava com a minha ama. Para quem me lê noutros países, explico que, em Portugal, chamamos ama a alguém que cuida de crianças na sua própria casa, durante o dia, enquanto os pais trabalham.
Quando chegava a casa dela, bem cedinho, ia para junto dela, que ainda estava na cama, e a rádio estava ligada.
Anos mais tarde, quando fui operada à coluna, uma enfermeira disse-me que uma forma de ajudar a acalmar a dor era imaginar-me a fazer aquilo de que mais gostava.
Na altura, o que eu mais gostava era de dançar. Então, punha música e imaginava-me a dançar.
Mais tarde, quando regressei a casa, troquei os horários do sono: dormia durante a manhã e, à noite, não tinha sono. Ligava a rádio e acabava por adormecer. E assim me habituei!
A minha cabeça não para. Penso em mil coisas ao mesmo tempo e, quando não tenho música a tocar enquanto espero adormecer, a mente começa a divagar, e divaga tanto que acabo por não conseguir dormir.
Por isso, o Spotify é o meu companheiro de todas as noites!
5. Sou apaixonada pelo jogo The Sims 4
Era ainda miúda quando o meu melhor amigo, o João Paulo, que era meu vizinho e andava na mesma turma que eu, me apresentou o jogo. Talvez ele esteja a ler isto!
Na altura, só existia o primeiro The Sims, e ele chegou a emprestar-me o jogo. O problema? O meu computador, que era de 1997, não tinha capacidade para o instalar.
Só em 2021, quando o meu filho ainda era bebé e fazia sestas, instalei o mais recente na altura: o The Sims 4.
E hoje, mesmo a caminho dos 40 anos — esta doeu, mas ainda faltam quatro anos! 😂 —, continuo a gostar de jogar.
Para mim, é uma espécie de escape à vida real. Gosto de criar histórias, construir casas, imaginar personagens e desenvolver o seu mundo. É um universo onde posso dar asas à imaginação e criar histórias à minha maneira.
Por isso, depois do jantar e de o meu filho adormecer, ainda passo uma hora a uma hora e meia a jogar. É o meu momento de descontração!
୨♡୧ ✦ ⠂⠂୨୧ ♡ ⠂⠂୨୧
E pronto, acho que, por hoje, já ficaram a conhecer um bocadinho mais de mim!
Se gostaste desta partilha, diz-me nos comentários. E, se receber alguns comentários positivos, quem sabe se não trago mais publicações deste género? Afinal, há muito mais para contar!
Desejo-vos um excelente fim de semana!
Um beijinho,
Daniela Silva | Alma Leve ♡
© Daniela Silva, 2026.

Sem comentários:
Enviar um comentário