
Antes de mais, peço-vos desculpa por ter falhado com o post de sexta-feira. O ano começou por trazer uma notícia que nos abalou profundamente e, no meio de tudo, o blog acabou por ficar em segundo plano. Não é comigo, não é com o Francisco. Com o tempo, quando puder, partilharei convosco. Até lá, fica em silêncio. Obrigada pela compreensão e pelo carinho de sempre.
O post de hoje marca um pequeno desvio do habitual. É um novo nicho por aqui e sei que não será do interesse de todos, especialmente do público masculino. Ainda assim, é um tema que gosto muito e que, durante alguns anos, fui deixando de lado — não só de falar, mas também de praticar em mim mesma. Agora faz sentido regressar. Um dos objetivos de ter uma assistente pessoal não é apenas garantir apoio à vida independente, mas também voltar a fazer coisas que nos fazem sentir bem.



