Clara voltou a ler a mensagem no telemóvel, mas o ecrã estava vazio. Não havia número, histórico nem qualquer registo de que alguém lhe tivesse escrito.
— Isto não pode continuar assim — disse, olhando para Helena. — Alguém sabe mais do que nós e está a brincar connosco.
Miguel passou a mão pelo rosto, visivelmente inquieto.
— Há uma coisa que vos escondi. E, se queremos perceber o que está a acontecer, chegou a altura de vos contar.

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