30 setembro, 2025
Bem-vindo, Outono!
O outono chega como um abraço sereno depois do excesso do verão. É o tempo em que os dias se encurtam, e o anoitecer chega mais cedo para nos lembrar da beleza da pausa. As árvores tingem-se de tons terrosos — castanhos, ocres, dourados — e cada folha que cai parece sussurrar que também é preciso saber largar.
26 setembro, 2025
Luma, a Baleia Rosa que Aprendeu a Brilhar!
O mar estava tranquilo naquela manhã, pintado pelos raios dourados que atravessavam a superfície e dançavam entre as algas. Luma, ainda bebé, nadava junto da mãe, Sereia, e do pai, Marus. Era uma visão incomum: enquanto eles ostentavam um azul profundo como o oceano, Luma tinha a pele suave, cor-de-rosa pálido, quase luminosa.
— Ela é perfeita, sussurrou Sereia, acariciando-a com a barbatana.
— E única, acrescentou Marus, com orgulho nos olhos.
Mas nem todos viam assim.
23 setembro, 2025
Adeus, Verão de 2025
Ainda bem que partiste. Gosto de ti, verão, não duvides disso. Gosto da tua luz que se estende até mais tarde, gosto do cheiro a maresia nas tardes longas, do som das gargalhadas nas ruas e da sensação de liberdade que trazes. Mas, ao mesmo tempo, não consigo gostar do que tens trazido ano após ano. Tens sido cada vez mais cruel, cada vez mais implacável. E o verão de 2025 ficará gravado como um dos mais difíceis de todos.
19 setembro, 2025
Capítulo 6 — O reencontro (ou a escolha de deixar ir)
Passaram-se dois anos.
A vida seguiu como sempre segue: sem pedir licença.
João tentou escrever sobre aquele verão, mas cada palavra parecia incompleta.
Guardou o caderno, como se guardar fosse esquecer.
Mas nunca esqueceu.
16 setembro, 2025
Setembro Amarelo: Cuidar da Mente
Setembro é amarelo pela consciencialização da saúde mental. Escolheu-se o amarelo porque é uma cor associada à luz, à esperança, ao calor e à energia — lembrando-nos de que, mesmo nos dias mais escuros, há sempre uma faísca de vida que merece ser cuidada.
12 setembro, 2025
Capítulo 5 — A despedida que não foi o fim
O tempo começou a mudar.
As tardes ficaram mais curtas, as noites mais frias.
E havia um silêncio estranho no ar — um daqueles que sabem mais do que dizem.





